Eu anseio a mudança
Tanto quanto desejo você
Alimentando esta esperança
De que não posso te perder
Essas inconstâncias me refletem
Porque talvez eu não seja tão maduro
Porém correto, jamais estive em cima do muro
Porque eu sempre amei você
Honestamente, eu me readaptei
Me entreguei, me doei,
Embora hoje de nada isso valha
Talvez te amar é que seja minha falha
Personalidade a gente não muda, complementa
Caráter a gente já nasce, não se inventa
Me desculpa meu amor, eu sempre fui assim
E você sempre soube disso, do início até o fim
Então porque escolheu me amar e agora quer me mudar?
Porque botar na minha cabeça malucos desejos
Eu não preciso mudar, você quem deve voltar
No tempo onde eu ganhava o mundo, apenas nos seus beijos.
Jean Lacerda.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Adeus esperança
Esta esperança pálida
Que insiste em tinir nestes ouvidos
Trás-me o furor, agora vívido
Ao sussurrar-me com um doce gemido: Eu ainda te amo.
Me sinto como um rato,
Caminhando em meio a toca de lobos
Penso, que se é abstrato,
Mais uma vez irás me pôr a chorar.
Estou sem forças e não consigo parar,
Esta já não me é mais uma opção
Quando ouço a tua pergunta,
Será que ainda permaneces a me amar?
Me sinto tão pequeno, perto de ti, uma gigante,
A resposta ecoa pelos meus olhos, novamente,
E eu pude sentir que nesse instante,
Tudo dessa vez seria diferente.
Presumo que um último beijo agora me traria a felicidade
E por antes presumir, você se foi e me deixou saudade,
Tão solitário e a chorar como uma triste criança
Então peço que se vá, amiga esperança
Não te beijarei, mais te olharei em sua partida,
Agora já não precisas ser mais minha,
Me despedirei, esperança amiga
Mais dessa vez partirás sozinha.
Jean Lacerda.
Que insiste em tinir nestes ouvidos
Trás-me o furor, agora vívido
Ao sussurrar-me com um doce gemido: Eu ainda te amo.
Me sinto como um rato,
Caminhando em meio a toca de lobos
Penso, que se é abstrato,
Mais uma vez irás me pôr a chorar.
Estou sem forças e não consigo parar,
Esta já não me é mais uma opção
Quando ouço a tua pergunta,
Será que ainda permaneces a me amar?
Me sinto tão pequeno, perto de ti, uma gigante,
A resposta ecoa pelos meus olhos, novamente,
E eu pude sentir que nesse instante,
Tudo dessa vez seria diferente.
Presumo que um último beijo agora me traria a felicidade
E por antes presumir, você se foi e me deixou saudade,
Tão solitário e a chorar como uma triste criança
Então peço que se vá, amiga esperança
Não te beijarei, mais te olharei em sua partida,
Agora já não precisas ser mais minha,
Me despedirei, esperança amiga
Mais dessa vez partirás sozinha.
Jean Lacerda.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Eu não vou te esquecer
Não me importa quantos anos se passem
Ou quantas novas estações surjam
Que novos braços te abracem
Eu não consigo te esquecer
Mesmo que mil bocas já tenhas beijado
E por outras mil cidades já tenhas passado
Meu amor por ti jamais irá perecer
É mais forte que eu, já não consigo te esquecer
Músicas me lembram você a cada instante
Elas não me deixam esquecer o que me é mais importante
O meu amor, não se incomode, eu amarei por nós dois
Até o dia em que esse legado chamado vida se acabar
Mesmo que tenhas me humilhado,
Nesta guerra onde fui o único machucado
Meu amor por você não acabou
Não sou Deus, mais por você poderia ser
Eu faria o inferno congelar,
Traria anjos a terra,
Para que em mim pudesses acreditar
Eu não posso, não quero, não consigo; Te esquecer.
Jean Lacerda.
Ou quantas novas estações surjam
Que novos braços te abracem
Eu não consigo te esquecer
Mesmo que mil bocas já tenhas beijado
E por outras mil cidades já tenhas passado
Meu amor por ti jamais irá perecer
É mais forte que eu, já não consigo te esquecer
Músicas me lembram você a cada instante
Elas não me deixam esquecer o que me é mais importante
O meu amor, não se incomode, eu amarei por nós dois
Até o dia em que esse legado chamado vida se acabar
Mesmo que tenhas me humilhado,
Nesta guerra onde fui o único machucado
Meu amor por você não acabou
Não sou Deus, mais por você poderia ser
Eu faria o inferno congelar,
Traria anjos a terra,
Para que em mim pudesses acreditar
Eu não posso, não quero, não consigo; Te esquecer.
Jean Lacerda.
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