terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Caráter, independe de religião.

Interessante como me perdi em minha sensatez,
Acreditando ser assim, infinito como o além
Com meus cinco sentidos me pus em embriaguez
E da minha própria mente me fiz refém

Passei por turbilhões e enfrentei calmarias,
Embora todas as noites e todos os dias,
Questionava-me o porquê dessa então tola razão,
Que para mim sempre fez sentindo e para muitos não.

Pude então ver o brilho saindo das pessoas ao me olhar,
Pude enfim perceber, que nenhuma delas tentou me entender
Olhavam para mim e pensavam, mais que triste este sujeito,
E não se desculparam por tamanho preconceito.

A adversidade é como um pólo oposto,
Sempre irá existir independente do seu gosto,
Aprenda a aprender com o que não te convém,
Sendo assim melhor do que esse alguém

Esse alguém que julga e não entende,
Esse que sorri e não compreende,
Seja melhor com tudo; com o que tem e com o que não é seu,
Porque eu dou o melhor de mim, mesmo sendo um simples ateu.

                                                                                                              Jean Lacerda.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Ilusão

Eu pus você pra fora
Posso sentir que te esqueci
No silêncio que ouço agora
Sopram ares que não vivi

Eu te expulsei de tudo que me pertencia
Dos meus sonhos, da minha realidade,
Dos meus desejos e do meu dia a dia
Sei que hoje não és se quer uma saudade

Hoje não és nada, não é lembrança,
Não é raio, nem sol, nem esperança
E porque alguma desconhecida razão;
Jamais consegui te expulsar do meu coração.

                                                                                                   Jean Lacerda.