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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Eu não preciso te esquecer

Eu só preciso te amar e te abraçar
Te ver e sentir, saber do seu amor
Eu só preciso sonhar e acordar
Com seus abraços beijos e calor

Só preciso da sua sintonia
Aqui, para limpar minha alma
Dessa tristeza que virou meu dia
Que atormenta e me tira à calma

Eu posso, quero e preciso,
Eu sinto choro e suplico,
Pois sem você não sobreviverei
Só você pra me tirar dessa solidão rei

Então não me diga o que não quero ouvir
Não me fales que preciso te esquecer
Porque de tudo que eu mais preciso
É aqui do meu lado poder ter você.

                                                                                  Jean Lacerda.!

sábado, 18 de junho de 2011

Metáforas.

E vai indo, indo com a maré toda impureza, as oferendas, os barcos...
O vento me abraça e me deixa livre, leve e solta...
E eu permito que leve, leve tudo, tire de mim, peço que deixe apenas a areia limpa
E meus pés pra que eu possa caminhar, engatinhar quem sabe, como criança que dá os primeiros passos sozinha, sem medo!
O céu azul é tão bonito, o mar imenso, tudo é sol... 
Na areia uma clave de sol desenhei pra não esquecer, a música se fez e o dia é novo, novinho sem rugas...
A noite um cobertor de estrelas brilham, brilham despretensiosamente, eu que sou pequena, observo e fico naquele transe sem tempo, o vento assovia em meu ouvido que a madrugada chegou e sem que eu consiga perceber num piscar de olhos o dia nasce, e o sol vem trazendo sua luz e seu calor, logo o dia acaba e esse ciclo é eternamente repetido sem se adiantar, nem atrasar... olha não sei quanto tempo passei nesse meio espaço de tempo num sei o que, mas eu sei que foi suficiente pra me convencer que a vida passa enquanto a gente dorme e quando a gente para ela não para pra esperar, ela continua sem pedir licença. A vida, amigo não te dá escolha ou você vai ou ela te empurra.

                                                       
                                                                                                          Gabriela Duarte

domingo, 12 de junho de 2011

Te desejo uma fé enorme.


Em qualquer coisa, não importa o quê.
Desejo esperanças novinhas em folha, todos os dias.
Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo.
Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do nosso.
Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, mesmo que as mentiras e as verdades sejam impermanentes.
Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito.
Que, mesmo quando estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria. Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz. As coisas vão dar certo.
Vai ter amor, vai ter fé, vai ter paz – se não tiver, a gente inventa.
Te quero ver feliz, te quero ver sem melancolia nenhuma.
Certo, muitas ilusões dançaram.
Mas eu me recuso a descrer absolutamente de tudo, eu faço força para manter algumas esperanças acesas, como velas.
Que esse ano seja doce. Repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante.
Que seja bom o que vier, pra você.

                                                                                               Caio Fernando de Abreu